O Milagroso Limão

July 28, 2009

 

O mundo, com suas múltiplas enfermidades tão fáceis de contrair, é um vasto hospital, e a natureza, com sua mega diversidade de plantas, é uma farmácia em que todo homem pode encontrar um bálsamo para qualquer espécie de dor.

As plantas não só nos proporcionam alimentos e são saborosos, mas também toda a classe de remédios para recuperação ou conservação de nossa saúde. Qualquer profissional que tem conhecimentos de farmacologia (ciência que estuda as drogas e suas ações) sabe que a fonte de praticamente todos os princípios ativos dos remédios, podem ser encontrados na natureza. O problema é que o imediatismo do homem moderno veio de encontro com os interesses de grandes indústrias multinacionais criando um novo e grande negócio que movimenta bilhões de dólares, a indústria farmacêutica.

A alopatia virou mania mundial em função de interesses comerciais e só recentemente o homem acordou para tratamentos alternativos e não menos eficazes como a homeopatia e a fitoterapia, que entre outras vantagens, está a de não causar efeitos colaterais como as drogas sintéticas.

Os médicos são muito importantes, e nunca podemos pensar em dispensá-los inteiramente, no entanto, como dizia o Rei de França Henrique IV, “o homem honrado deve saber um pouco de Teologia para sua salvação, um pouco de Direito para os seus negócios, e um pouco de Medicina para sua saúde.”

Muitas vezes, plantas com poderes curativos comprovados cientificamente estão mais próximos de nós do que possamos imaginar, mas não temos conhecimento disso, é o caso da que chamo de “Fruta Rei”, e para quem não sabia, é o conhecidíssimo LIMÃO, isso mesmo, aquela fruta que está presente em todas os lares é a de mais ampla aplicação na cozinha e na” medicina caseira”.

O limão (Citros limonum) da família das Rutácias, tem sua origem não muito precisa, podendo ter surgido na Ásia ou no mediterrâneo, fato é que mesmo antes de Cristo já era conhecido pelas civilizações egípcias e gregas. No Brasil, ele é plantado de Norte a Sul, e sua safra (auge da produção) ocorre entre os meses de janeiro a agosto, existindo variedades que se irrigadas, produzem o ano todo, como é o caso do famoso limãozinho galego.


O poder curativo do limão

Vamos nos restringir a falar dos poderes curativos do limão, até porque se adentrarmos em aspectos culinários (o limão deve substituir o vinagre no tempero das saladas, por exemplo) e outros teríamos que, de forma sintética, editar um pequeno livro de 500 páginas (no mínimo).

Segundo o internacionalmente conhecido fitoterapeuta, Dr. A. Balbacho, em sua obra A Flora Nacional na Medicina Doméstica, de 06 volumes, o Professor e Dr. N. Capo enumera 166 enfermidades, de A a Z, que podem ser combatidas pelo limão, sendo utilizado tanto externa como internamente (ingerindo seu suco): acidez da boca e do estômago, acne, adenite, adiposidade, afonia, afta, albuminúria, apoplexia, alcoolismo, câimbras, caspa, coriza, cirrose, edemas, faringites, diabete, frieiras, febres, herpes, laringites, mal hálito, reumatismo, sinusite, tifo, tosse, tumores, ulceras gástricas, etc.,etc.

Ao contrário do que muitos pensam, o ácido do suco do limão, determina reação alcalina. Em outras palavras, o limão, ao terminar seu metabolismo no corpo humano, se porta, não como ácido, mas, sim, como alcalino, segundo estudos do Dr. Demétrio Laguna Alfranca.


O elixir da longa vida e a terapia do limão

O suco de limão, é o que poderíamos chamar de elixir da longa vida e produz bons efeitos quando tomado em quantidades progressivamente maiores, até certo limite, e, depois, em quantidades progressivamente menores. Começa-se, por exemplo, com o suco de 1 limão; 1 limão no primeiro dia, 2 no segundo dia, 3 no terceiro dia e, assim por diante, até 10 no décimo dia; depois vai-se diminuindo a dose pela mesma escala, 9 no 11º dia, 8 no 12º dia, sucessivamente. Assim, em 20 dias, faz-se o que se chama “terapia do limão” ou “cura do limão”. Pode também começar-se com 2 limões e prosseguir aumentando 2 limões por dia, até 20; depois diminuir na mesma proporção. Também se faz uma boa cura aumentando a dose de 3 em 3 limões até 30. A quantidade de limões e a duração da cura devem depender da natureza e gravidade da doença a ser combatida.

Quando não se tratar de um mal crônico, como resfriados, gripes, etc., toma-se, durante dois, três ou quatro dias, segundo, o caso, de 5 a 10 limões por dia para apressar a cura.

A melhor maneira de tomar o suco de limão é espremê-lo num copo e tomando-o por um canudinho. Até que você se acostume a tomar o suco de limão puro, pode, para torná-lo mais apetecível, diluíndo-o em água.

O uso do limão pode provocar o aparecimento de uma espécie de urticária. Isto, todavia, não significa que esteja prejudicando o enfermo; indica que lhe está purificando o sangue, expulsando substâncias estranhas, pois o limão é ótimo depurativo para o sangue.

Uma ótima semana a todos.

 

O Poder da Palavra

July 24, 2009

 

Existe um provérbio popular bastante conhecido que diz: “ Palavra dita e pancada dada nem Deus a tira”. Refletindo sobre o assunto percebemos que a palavra emite uma ação determinante; apontando uma direção, um estado; um juízo de valor; é encontrado na palavra o poder de cura, de auto estima; de confiança. Uma palavra pronunciada é de maior ou igual valor a uma sentença proferida, não havendo mais recursos que protele sua imediata execução. A sentença possui tempo, e é limitada as circunstancias que a confere; ao contrario a intensidade da palavra não possui tempo determinado.

A importância de que ela se reveste, ou melhor, que ela assume na vida, evidencia-se em múltiplas formas, e quanto mais respeitável é a posição do que fala, tanto mais confiança inspira sua palavra. Se não sofrer modificação alguma, se manterá como elemento de juízo para prestigiar o conceito de quem a pronuncia.

Quando a palavra é pronunciada para manifestar uma convicção, definir uma atividade ou uma situação, ou expressar um sentimento, e leva em si o sadio propósito de oferecer aos demais a oportunidade de conhecer o pensamento que a anima, tende sempre a superar o conceito de quem a emite.

Outra coisa acontece com aquela que é pronunciada com a intenção de enganar ou que surge sem reflexão, num impulso fugaz, porquanto costuma afetar ou ferir os que a ouvem, ainda que nada tenham a ver com ela. O só fato de escutá-la lhes causa mal-estar, contribuindo, conseqüentemente, para que se elabore um juízo adverso a respeito de quem a expressou.

Quem pensa bem se esforça em falar melhor. Será benéfico, então, aprender a sincronizar os movimentos da mente com a expressão oral, de modo que a palavra seja a condutora fiel do pensamento. Isso fará com que a palavra se revista de interesse, contrariamente ao que ocorre quando se fala sem pensar no que é dito, pois, nesse caso, a palavra costuma parecer vazia ou sem sentido.

Em síntese, a palavra é um dos elementos com que o homem pode conquistar sua felicidade ou causar seu infortúnio, segundo sejam as manifestações de seu próprio espírito.

 

A Cultura do “Não”

July 19, 2009

 

Às vezes nos perguntamos por que certas coisas em nossas vidas não deram certo ou não saíram exatamente do jeito que gostaríamos. Mesmo nos doando ao máximo às atividades do dia-a-dia, nos frustramos com os resultados obtidos.

O que pretendo mostrar é algo muito presente em nosso cotidiano, mas que passa despercebido aos nossos ouvidos. Nós somos negativistas por natureza. É só prestarem atenção em uma palavrinha presente em boa parte de nossas conversas. O “não”. Ao mesmo tempo que alguém pode considerar isso uma bobagem, outra pessoa achará isso cômico. Os dois sentimentos se mesclam aqui na medida certa.

Alguns exemplos. Dificilmente você ouve alguém perguntar: “Você foi lá ontem?”, “Ele fez o que eu pedi?”, “Será que ela trará minha encomenda?” ou “Tem aquele arquivo contigo?”. O que se escuta são as mesmas frases acima, só que com um pequeno acréscimo: “Você NÃO foi lá ontem?”, “Ele NÃO fez o que eu pedi?”, “Será que ela NÃO trará minha encomenda?” ou “NÃO tem aquele arquivo contigo?”.

É tão automático o uso do “não” que a gente simplesmente não percebe que está falando. Nós já perguntamos as coisas de maneira negativa. Então esperar uma resposta também negativa é conseqüência.

Nos últimos tempos surgiu mais uma pequena palavra em meio às frases que utilizamos que também denota negatividade, pois determina exclusão. Aliado ao “não”, apareceu o “ou”, ou seja, surgiu a cultura do “ou não”. Vejam exemplos que já ouvi: “Faremos o relatório para ver se há necessidade de implantação do projeto, OU NÃO”, “Faz assim que dá certo, OU NÃO”, “Ele levou os papéis no banco pra ver se vai ser aceito OU NÃO”. Com o perdão da redundância, NÃO há necessidade de usar o “não” e o “ou não” nas frases, mas a gente insiste em usá-las.

Como disse no segundo parágrafo, o ser humano é negativo por natureza. Quem sabe se reduzirmos essas pequenas e tão deprimentes palavras de nosso vocabulário as coisas que almejamos possam vir ao nosso encontro de maneira tão especial? Sejamos positivos com aquilo que objetivamos. De nada adianta planejar, fazer, analisar e agir se nós mesmos já imaginamos que os resultados não serão satisfatórios.

Aqui estou buscando mostrar o lado sério disso tudo, mas tanto em casa quanto em meu trabalho já brinco com todo mundo com relação a isso. Se alguém me pergunta, por exemplo, “se eu NÃO fui no jogo ontem”, respondo com outra pergunta: “Você quer saber se eu fui OU NÃO fui?”. Provavelmente na tentativa de fazer essa pessoa evaporar da sua mente esse costume.

Vamos usar a brincadeira para acabar com esse vício de linguagem. Assim como ouvimos “subir pra cima”, “entrar pra dentro”, “elo de ligação”, “encarar de frente”, “goteira no teto”, “surpresa inesperada” e tantas outras bobagens, usaremos nosso bom humor para tornar nossas vidas ainda mais prazerosas. O “sim” é uma palavra tão bonita e sai tão levemente de nosso lábios. Mesmo sem utilizá-la, percebe-se a sua presença naquilo que falamos ou demonstramos. O diálogo torna-se muito mais produtivo se todos estiverem com idéias positivas.

 

 

Depois das declarações do Lula sobre ‘mulher deve ser dengosa com o seu homem, senão ele põe o cuecão e volta a dormir…

Depois da ministra do turismo, a dona Marta Suplicy mandar a população que perde vôos , ‘relaxar e gozar’… 


Depois que o Renan Calheiros, usou seu dinheiro (do seu imposto, caro contribuinte) para pagar suas escapadinhas de um casamento monótono…. 



Depois do irmão do Lula virar apenas ‘ingênuo’, quando confabulava nos bastidores para se apropriar da grana alheia….

Depois de tanta gente ficar impune e até reeleita como o Valdemar da Costa Neto e outros…. 



TEM CHEIRO DE PERIGO NO AR!!! 



Independente do partido político a que vocês simpatizem essa notícia é preciso divulgar e se indignar, pois voltar a ditadura será o fim da picada nesta altura de nossas vidas!!! 
Realmente estamos sob novo AI-5, neste governo do Lula. 



O Boris Casoy foi calado, despedido por ordem do Lula. 
Agora, o Jabor foi processado, condenado, calado por ordem do Lula. É um escândalo!!! 



A imprensa divulgou a sentença que condenou o Jabor a pagar indenização por danos morais, dois dias antes do Juiz assinar a sentença.. Agora o Jabor foi calado na CBN.

 

O Diogo Mainardi, além de processado, sofreu ameaças de morte no jornal do MR-8 (da base aliada do Lula). 



A Medida Provisória enviada pelo Lula ao Congresso, instituindo a censura prévia aos programas de rádio e TV. Estou gritando CENSURA PRÉVIA, inclusive aos programas jornalísticos. Os censores já estão nomeados.São muito jovens com a participação de estudantes da Universidade de Brasília (todos Petistas é claro).

Agora só faltam as torturas e desaparecidos. Vamos denunciar isto pela Internet e por todos os meios que pudermos. Arnaldo Jabor foi expulso da CBN!!! Por favor, repassem para todos que puderem!!!

VAMOS REPASSAR!!!! 
NÓS BRASILEIROS E PATRIOTAS, DEVERÍAMOS SER 160 MILHÕES DE JABORES PARA GRITAR CONTRA ESSA BADERNA POLÍTICA E TANTOS DESMANDOS QUE EXISTEM NOS PODERES DA REPÚBLICA!

Tem cheiro de ditadura no ar!!!

Leia o comentário de Dora Kramer, Estadão de Domingo: 
”A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente ‘Lula’ até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional da liberdade de imprensa e de expressão, configurando-se, portanto, um ato de censura.”Em outro trecho: “Jabor faz parte de uma lista de profissionais tidos pelo Presidente Lula como desafetos e, por isso, passíveis de retaliação à medida que se apresentem as oportunidades!”

 

Enviado por Werner Moecke